Variable Brand Voice: e se as marcas fossem mutantes?

Variable Brand Voice: e se as marcas fossem mutantes?

Por muito tempo as empresas se esforçaram em dar um padrão único para as suas marcas, unificando sua identidade e garantindo que o controle rígido de imagem as desse um rosto corporativo. Esse processo tem sido tão extensivo e bem sucedido que talvez ele tenha chegado ao seu ponto máximo. Agora, ter uma marca forte, bem planejada e executada é apenas o começo da história. A expressão real dela surgirá no que vem depois: se comunicar com cada consumidor, em cada momento, de uma maneira diferente.
 
Até o momento, este fenômeno é embrionário. Ainda está na sua fase black mirror, digamos. Ou seja, batendo na porta e pedindo pra ser explorado. Aqui vamos nos referir a ele como Variable Brand Voice, ou tom de voz variável das marcas.
 
Que história é essa?
 
O contexto é fácil de enxergar. Basta pensarmos em como as marcas atuais estão diversificando seus produtos, serviços e, principalmente, seu atendimento para se moldar ao gosto de cada cliente.
 
Por exemplo, o McDonald’s não pode mais viver só de Big Mac e Quarteirão com queijo. Agora precisa também do ClubHouse, seu burger artesanal, porque sabe que só assim vai convencer aquele cliente de hamburgueria a voltar à lanchonete. Já o Spotify tem como parte central do seu negócio a personalização de playlists, sugestões de música para os usuários e até uma retrospectiva completamente personalizada do ano que passou. E, para muita gente, o Netflix é indissociável da persona de suas mídias sociais, que faz piadinha e conversa tête-à-tête com os seguidores.
 
O que esses casos têm em comum é a tentativa de uma marca de se conversar de maneira diferente com pessoas diferentes. Nada mais justo, certo?
 
O McDonald’s diversifica sua conversa com mudança de cardápio e logística de produção. O Spotify, com algoritmos de recomendação. O Netflix, com um trabalho consistente de social media. Podemos dizer então que a segunda coisa que esses casos possuem em comum é que todos estão deixando o design de fora desse papo.
 
 
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Fonte: https://www.b9.com.br/105772/variable-brand-voice-e-se-as-marcas-fossem-mutantes/ 

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