Varejo de vizinhança - Entenda como essa tendência contribui para a redução de perdas no varejo
- Fabiano Polese
- 23 de fev.
- 1 min de leitura
"O estoque parado é dinheiro parado. No varejo de vizinhança, giro rápido significa fluxo de caixa saudável." Fabio Muniz - Especialista em Prevenção de Perdas no Varejo.
O varejo de vizinhança não é apenas uma tendência: é também uma estratégia poderosa para reduzir perdas e melhorar os resultados operacionais.
Estar próximo do consumidor permite algo valioso no varejo: entender exatamente o que ele quer. Com isso, é possível ajustar o mix de produtos, evitar excessos no estoque e priorizar itens com maior saída.
Dados recentes comprovam essa relevância: segundo a Fecomércio SP, o mercado de trabalho no varejo de proximidade cresceu 43,7% entre dezembro de 2020 e abril de 2024, enquanto o varejo nacional teve um aumento de 12,1% no mesmo período. Além disso, 83% dos varejistas de vizinhança acreditam que o desempenho de seus negócios vai melhorar nos próximos 12 meses, segundo o Instituto Locomotiva.
Ao trabalhar com um portfólio mais seleto e alinhado ao perfil do público, o varejo de vizinhança tende a ter menos produtos encalhados, menor desperdício e uma operação mais eficiente. Além disso, a relação mais próxima com o cliente gera insights valiosos para reposicionar estratégias, adaptar promoções e melhorar continuamente a operação.
Essa conexão mais direta entre oferta e demanda não apenas previne perdas, mas também fortalece o relacionamento com a comunidade local – um diferencial estratégico que vai além das margens de lucro.
Você já pensou em como ajustar o mix de produtos ao perfil dos seus clientes pode ajudar a reduzir perdas?
Sua operação está preparada para aproveitar as vantagens do varejo de vizinhança?
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